13.4.10

Fabricio Rivets e a saideira!

Opa! Ando sendo repetitivo no início dos posts por aqui. Correria, correria! A combinação de trabalho corrido , gravação de disco e ensaio pra show com outro baixista tem transformado os dias numa semi-maratona. Ou uma meia maratona :) . As horas ficam “contadas”, olho pro dia e só vejo horários, horários, como se eu sonhasse com a agenda do Google, a vida vira caixas azuis à cumprir. Mas o motivo é nobre. Hoje terminamos a gravação do disco. Sexta-feira faremos o show com o Social Distortion e ai terei uns dias de tranqüilidade para pensar em coisas muito legais à respeito do lançamento do disco, produção dos ambientes web, merchandising e uma série de coisas que eu curto muito fazer. E se não gostasse, não teria muita escolha pois estamos “solos”! Existem milhares de coisas pra fazer ainda. Aproveitei o disco para trabalhar no licenciamento digital das músicas do disco do CARBONA e isso siginifica reunir alguns contratos assinados e com firma reconhecida de algumas pessoas. Até reunir tudo leva tempo. Todo ambiente web da banda tem que ser repensado, novas fotos de divulgação, etc...
Fim de semana foi intensivo CARBONA. No sábado às 10 da manhã ensaiamos. Fiquei amarradão com o resultado! Chegamos com um dia de antecedência num estágio que esperava para fazer o show do Circo. O Melvin está viajando e contaremos com a ajuda do nosso amigo Lerik para fazer o show. No sábado à tarde eu e Bjorn fomos até o estúdio para consertar / refazer / criar algumas guitarras que ficaram faltando. No domingo de manhã, novo ensaio e passamos a régua pro show de sexta-feira.

Ontem fui pro estúdio gravar backings e uma participação especialíssima do Fabrício, vocal do Rivets na música "A Alegria está de volta". Fizemos backings em quatro músicas: Semi-vivo, Máquina do tempo, Tornado e algo que estou esquecendo. Hoje voltarei por lá com a banda e mais alguns amigos para concluir a gravação de backings e coros. Sempre que eu fico feliz eu bebo, Massacre da Serra Elétrica e “O último gol” contam com coros, sendo esta última, simulando um grito de torcida. Vamos ver o que rola! De 1993 à 1997 toquei com o Fabrício no Barneys, com o fim da banda ele seguiu em frente montando o Rivets e eu me juntei ao Melvin e Pedro e montamos o CARBONA. De lá pra cá a gente sempre trocou idéias e figurinhas e no Apuros em Cingapura o Fabrício já tinha saído de casa pra dar uma força nas gravações.
Hoje espero chegar em casa, ainda que tarde, e poder dizer “errrrrrrrrrrrrrrrrgue o braaaaço”!
Estamos a um passo de fechar “Dr Fujita contra a Abominável Mulher Tornado”. A partir daí, é começar a pensar na próxima gravação.

Paz e Rock!